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Dor de dente e tratamento de canal

Está com dor e não sabe se precisa fazer canal?

Dor ao mastigar, sensibilidade forte, dor espontânea ou inchaço podem ter causas diferentes.

Antes de decidir qualquer tratamento, precisamos entender de onde o problema está vindo e o que ainda pode ser preservado.

Primeiro entender. Depois tratar.

Lindolfo Collor • Ivoti e região
Segunda a sexta • 9h às 12h e 13h às 20h

Nem toda dor é canal

O primeiro passo é descobrir o que está causando a dor.

Uma dor de dente pode estar relacionada a diferentes situações, como cárie, restauração, trinca, inflamação, trauma, gengiva ou comprometimento da parte interna do dente.

Por isso, sentir dor não significa automaticamente precisar de tratamento de canal.

Diagnóstico primeiro. Tratamento depois.

Alguns sinais merecem ser avaliados

O que você está sentindo ajuda a orientar a investigação.

01 Dor que aparece sozinha ou não passa.

02 Dor ao mastigar ou tocar no dente.

03 Sensibilidade forte ou prolongada ao frio ou ao quente.

04 Inchaço na gengiva ou no rosto.

05 Dente quebrado ou com restauração muito extensa.

06 Trauma antigo ou recente.

Importante: esses sinais não definem sozinhos o tratamento. Eles indicam que vale investigar a causa.

Quando o canal pode ser necessário

Às vezes, o problema está na parte interna do dente.

Quando a polpa do dente está comprometida por inflamação, infecção, cárie profunda ou trauma, o tratamento de canal pode ser indicado para tratar essa região e tentar preservar o dente.

O canal não é o ponto de partida. É uma decisão baseada no diagnóstico.

Preservar ou extrair?

Um dente dolorido não precisa necessariamente ser arrancado.

Quando existe possibilidade de preservar o dente com segurança, essa alternativa deve ser considerada.

Em outros casos, o comprometimento pode ser grande demais e outra solução fazer mais sentido.

Preservar quando possível. Substituir quando necessário.

Como avaliamos

Antes de tratar, precisamos entender o conjunto.

  1. 01

    Ouvir

    Quando começou, como é a dor e o que já aconteceu com aquele dente.

  2. 02

    Examinar

    Avaliar o dente, gengiva, restaurações, mordida e estruturas próximas.

  3. 03

    Investigar

    Quando necessário, utilizar radiografias, tomografia ou testes clínicos.

  4. 04

    Explicar

    Mostrar o que encontramos, as possibilidades e qual próximo passo faz sentido.

Se for canal

O que acontece no tratamento?

De forma simples, o tratamento atua na parte interna do dente comprometida.

A região é tratada, limpa e selada. Depois, o dente precisa ser restaurado adequadamente para recuperar proteção e função.

Dependendo do caso, isso pode envolver uma restauração mais simples ou uma reconstrução maior.

O tratamento não termina quando o canal termina.

Ansiedade ou medo do atendimento também entram na conversa. Em situações indicadas, a sedação consciente com óxido nitroso pode ser considerada como recurso adicional de conforto. Conhecer sedação consciente →

Dor forte ou inchaço

Algumas situações não devem esperar.

Dor intensa, aumento rápido do inchaço, febre ou piora importante merecem avaliação o quanto antes.

Se houver dificuldade para engolir ou respirar, procure atendimento de urgência imediatamente.

Dúvidas frequentes

Respostas simples antes de decidir.

Seu próximo passo

Você não precisa chegar sabendo se é canal.

Se existe dor, sensibilidade, inchaço ou um dente que está preocupando você, começamos entendendo a causa e o que ainda pode ser preservado.